Hoje, em agosto de 2026, tenho um conjunto (setup) robusto de equipamentos eletrônicos que venho adquirindo aos poucos. Eles são fruto de aquisições ao longo de anos; não conseguiria comprar tudo de uma só vez. Há equipamentos com mais de 15 anos aqui e que continuam funcionando perfeitamente.
Em 2023, adquiri um notebook Lenovo ThinkPad E14. Mesmo sendo simples em termos de hardware (processador AMD Ryzen 3 5300U), ele me atende bem. Deixo esse notebook em Curitiba para os dias em que fico por lá.
Nos anos anteriores, usei dois mini PCs como minhas máquinas principais: um Celeron "de guerra" N5105 (Beelink U59 Pro) e um Beelink SER5 com Ryzen 5 5500U, que já rodava alguns jogos leves na placa de vídeo integrada. Hoje, aposentei os mini PCs; eles viraram "computadores de gaveta" e os ligo apenas quando quero fazer algum setup offline, o que é raro. Transformaram-se em servidores de banco de dados e estão todos com Linux Mint instalado — tanto os mini PCs quanto o notebook.
Em 2024, fiz a aquisição de um monitor LG UltraGear de 34 polegadas com resolução Quad HD (2K, 3440×1440). A fidelidade de cores não é de nível profissional, mas para navegar é excelente: permite colocar duas janelas Full HD (na verdade, duas áreas de 1720×1440) lado a lado. Isso faz uma diferença brutal para o trabalho e, ao meu ver, substitui perfeitamente um setup com dois monitores.
Em 2025, comprei um ASUS ROG Ally X — um console portátil / PC —, mas hoje o uso como computador principal a maior parte do tempo. Utilizo uma dock da Baseus para ele: basta plugar o cabo para carregar o dispositivo e dar imagem no monitor, funcionando perfeitamente. Mantenho o Windows 11 nele por comodidade e para garantir 100% de compatibilidade com a minha biblioteca de jogos. Como ele já veio com o Windows 11 Pro original e licenciado, preferi aproveitá-lo; seria um desperdício pagar caro em uma licença de software e substituí-lo por Linux apenas por implicância com a Microsoft.
Ao lado do monitor, tenho uma impressora HP LaserJet Pro MFP M426dw. É uma multifuncional extremamente competente, atuando como scanner e impressora a laser monocromática (preto e branco). Troquei o toner em 2026 e acredito que ele durará mais uns 4 anos, pois não costumo imprimir grandes volumes de folhas, usando-o apenas para documentações e arquivos ocasionais.
Em cima da impressora, mantenho meu Google Nest Audio, comprado durante a pandemia. Ele apresenta alguns problemas de conexão Bluetooth, mas serve como caixa de som secundária, ligado à tomada e conectado via Bluetooth ao ROG Ally. É um aparelho um tanto excentricamente instável: funciona apenas quando quer. Quando ele se recusa a conectar, retransmito o áudio diretamente pelos alto-falantes integrados do monitor (que possuem qualidade inferior). Não utilizo a função de assistente do Google nesse aparelho, pois a achei bem inferior à Alexa da Amazon.
Tenho quatro mouses — não me pergunte o motivo disso! São dois cabeados e dois Bluetooth, todos da marca Logitech e da linha de entrada. Deixo dois em Curitiba e dois em Matinhos.
Também possuo quatro teclados: um Logitech Bluetooth com trackpad integrado (cujas teclas defeituosas precisei remover para continuar funcionando); dois teclados genéricos cabeados da Logitech para conectar via USB sem complicações (um em Curitiba e outro em Matinhos); e o meu teclado principal em Matinhos, que é um Logitech MX Keys. Adquiri o MX Keys por impulso por volta de 2022 e hoje não faria essa compra novamente: ele é excelente, funciona perfeitamente, possui bateria interna e suporte a três dispositivos Bluetooth, mas o valor cobrado é excessivamente alto.
Quanto aos fones de ouvido, tenho dois modelos da Edifier. Um deles está comigo desde 2019 e tornou-se praticamente o "Monstro de Frankenstein" (ou o Navio de Teseu dos fones): já troquei o aro, substitui as almofadas várias vezes e refiz sua estrutura. Já são 7 anos de uso e continua firme. O outro é um modelo de entrada da marca, mantido como reserva em Curitiba. Em Matinhos, prefiro utilizar a caixa de som e o som ambiente do monitor.
Para videochamadas, utilizo uma câmera Logitech C920. Ela funciona bem, mas o microfone embutido apresenta eco por razões desconhecidas. Por isso, uso como microfone dedicado um gravador Zoom H1n: acoplado a um tripé, conecto-o ao PC via cabo mini-USB, o que fornece alimentação direta sem gastar pilhas. Em Curitiba, uso a webcam integrada do ThinkPad — cuja resolução é fraquíssima (VGA, nem sequer HD), fruto de uma economia excessiva da fabricante nesse notebook de entrada.
Para jogos, o setup de portáteis é bem completo. Além do ROG Ally X (meu portátil definitivo para rodar títulos da Steam), possuo mais três dispositivos:
Para jogar no PC, tenho um controle de Xbox 360 comprado em 2012 que, apesar de bastante gasto, continua funcionando perfeitamente. Possuo também um controle de Xbox One (adquirido em 2018), operado via cabo micro-USB, e um 8BitDo SN30 Pro, que tem uma pegada desconfortável para sessões longas, mas atende bem na emulação de retrogames.
Mantenho um sistema de armazenamento redundante para backups contendo:
No ambiente escolar, utilizo um Samsung Chromebook 4 pessoal. Tenho uma relação de amor e ódio com ele: adoro a autonomia de bateria de mais de 10 horas, a possibilidade de rodar apps Android, a partição de desenvolvedor para instalar programas Linux, o peso reduzido, a leveza do sistema e o carregamento via USB-C (inclusive com carregador de celular). Por outro lado, detesto a qualidade da tela, o layout do teclado (sem teclas Caps Lock e Delete dedicadas, exigindo a tecla AltGr para a interrogação), os parcos 4 GB de RAM (que travam ao abrir mais de 10 abas no navegador), o sistema de áudio fraco, o armazenamento interno limitado de 64 GB e o preço elevado para um processador Celeron N4000.
Programas e serviços usados no Chromebook: WebApps do Google (Gmail, Calendar, Keep, Drive, Chrome, Docs, Planilhas e Slides), WhatsApp Web e Calculadora. Utilizo o leitor de PDF da Adobe e, infelizmente, devido à falta de bloqueadores de anúncios eficientes no Chrome desse dispositivo, a navegação acaba sendo poluída por propagandas.
Na partição Linux de 10 GB criada nele, mantenho alguns jogos leves instalados: Slay the Spire, Dicey Dungeons, Tangledeep, ADOM, Desktop Dungeons, Stardew Valley, Into the Breach, FTL: Faster Than Light e Demon Lord Reincarnation. Embora seja usada raramente (e nunca no horário de trabalho), a máquina cumpre seu papel em momentos de lazer.
Em casa, mantenho um uso focado em ferramentas essenciais de produtividade e multimídia:
Sites de uso diário: GitHub, Lichess.org, Lerama, Blogroll.org, PowRSS, Entreblogs, Portal do NRE-PR (Paranaguá), YouTube, Feedly e blogs pessoais diversos (em inglês e português).
Mantenho um acervo/banco de dados pessoal totalmente offline de músicas, jogos e vídeos. Como não utilizo serviços de streaming nem pagamentos recorrentes de assinaturas (como OneDrive, Microsoft 365, Google One, YouTube Premium, Spotify ou Netflix), todo o conteúdo é cuidadosamente selecionado e armazenado localmente.
Utilizo um smartphone Samsung Galaxy S22 (adquirido usado em 2025). Meus aplicativos do dia a dia incluem: RealCalc, Gmail, Keep, Drive, WhatsApp, Brave Browser, aplicativos bancários (PIX), visualizadores de imagem e PDF, Câmera, Google Calendar, Registro Ponto, LRCO (Registro de Classe Online), Relógio/Alarmes e Google Sala de Aula.
Além do smartphone também tenho um tablet Lenovo Tab com 8GB de RAM e 128GB de armazenamento, que uso para leitura de PDFs, anotações e algumas tarefas leves. Eu leio livros do MEC livros nele, e ele serve como um complemento ao meus computadores. Não o uso para navegação intensa porque não gosto de controlar só na touch sem o mouse. Ele veio com um tecladinho que é bem mequetrefe, não permite digitar rápido. Para situações específicas ele funciona bem, prioritariamente para leitura de pdfs, visualizar imagens e vídeos. Mas entre um desktop ou notebook e ele, fico com as primeiras opções.
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